Agradeço pelo sexo tântrico, pela conchinha mais perfeita do mundo, pelo abraço sufocante nas noites de inverno, pelos beijos abrasadores no despertar, pelos sorrisos arrancados de orelha a orelha após uma noite ao teu lado. É com coração apertado que me recuso vê-lo, despedir-me pessoalmente. Amor meu, que nunca foste meu; e que eu nunca consegui dizer que o queria para mim. É com coração angustiado que recuso a despedida, pois vê-lo seria admitir minhas fraquezas. Tu já as sabes todas, as máscaras caíram. Quanto eu dizer que o único sentimento que sei distinguir é o de fome, é puro disfarce, já que sou verdadeiro desastre com essas coisas aí do coração. Tive medo de dizer sim e morrer de tédio, de vazio, de remorso.
Um ano, cinco meses e um ponto final. Não posso prosseguir com isso. A notícia abalou-me, feriu de morte meus tímpanos. Não chorei, engoli em seco, com estranha resignação. E mesmo sabendo o desfecho fatídico eu faria tudo de novo. Desejo-te sorte, felicidade plena, pois não há como desejar mal alguém que tanto bem me fez. Que bem? Livrar-me do peso morto que eu carregava no peito. Quando, nos braços teus, contei da recaída; tu acolheu-me, secou-me as lágrimas teimosas e me aceitou assim, com esse coração sórdido. E em meio ao turbilhão de sentimentos tu disseste assim, como quem não quer nada: - Já deveríamos estar namorando. Eu, tola que sou, segui usando-te como válvula de escape para esse caos que há em mim.
Um ano, cinco meses e um ponto final. Não posso prosseguir com isso. A notícia abalou-me, feriu de morte meus tímpanos. Não chorei, engoli em seco, com estranha resignação. E mesmo sabendo o desfecho fatídico eu faria tudo de novo. Desejo-te sorte, felicidade plena, pois não há como desejar mal alguém que tanto bem me fez. Que bem? Livrar-me do peso morto que eu carregava no peito. Quando, nos braços teus, contei da recaída; tu acolheu-me, secou-me as lágrimas teimosas e me aceitou assim, com esse coração sórdido. E em meio ao turbilhão de sentimentos tu disseste assim, como quem não quer nada: - Já deveríamos estar namorando. Eu, tola que sou, segui usando-te como válvula de escape para esse caos que há em mim.
Meu pretim lindo, liberto-te e impeço-te de continuares a me pedir desculpas. É com coração resoluto que desejo felicidade plena aos três. E é com esse coração que apesar de leviano, ora lascivo, ora terno; que aprendi a só desejar o que emanar de bom de mim. Louca da cabeça sim, porém o coração é bom. Sentimento bom esse que fica de fechar o ciclo sem rancor. Como despedida, deixo-te a letra da canção que outrora deixaste para mim: "Que esse fim não traga dor, pois é apenas um novo começo".
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