O quanto seria surpreendente um ser humano voar? O quanto isso contraria as leis da física, da gravidade, da lógica? Para uma criança o pai dela poder voar na cozinha é tão normal quanto mexer no brinquedo novo que a tia deu. Para elas tudo é possível, tudo é novo, tudo é experiência.
Eu amo crianças. Acho-as muito verdadeiras. Só que, num belo dia, aparece um adulto e as corrompem a ponto de ensiná-las a mentir para conseguirem o que querem. É esse mesmo adulto que lhes explica que os seres humanos não podem voar.
As crianças não possuem pensamento materialista até que um adulto chegue perto e lhe diga: – Isso é seu! Quando olhamos nos olhos delas percebemos o quanto somos imbecis diante do olhar da inocência e, então, descobrimos o quanto nossos problemas são vazios diante de um olhar que preenche a alma.
Criança não te medo de falar: – Eu te amo! Criança não tem medo de pedir: – Me ensina? Criança não tem medo de perguntar: – Por quê? Pessoas que não gostam de crianças não sabem nada da vida, não tem amor nem paciência para ensinar. E para que ensinar? Nós estamos satisfeitos com o que aprendemos?
Crianças brincam, sujam-se, interagem. E nós, tão inteligentes, as corrompemos. Corrompemos com regras, leis que nem nós sabemos porquê cumprimos. Sabemos que elas têm que aprender acordar cedo porque um dia terão que acordar cedo para ir ao trabalho. Achamos que elas têm que estudar muito porque um dia terão que ser alguém na vida. Nós somos “alguém” na vida e, no entanto, nos perdemos no olhar de uma criança e percebemos algo que não podemos explicar. Algo perto da perfeição… mas que já estamos muito distantes para entender.
Eu amo crianças. Acho-as muito verdadeiras. Só que, num belo dia, aparece um adulto e as corrompem a ponto de ensiná-las a mentir para conseguirem o que querem. É esse mesmo adulto que lhes explica que os seres humanos não podem voar.
As crianças não possuem pensamento materialista até que um adulto chegue perto e lhe diga: – Isso é seu! Quando olhamos nos olhos delas percebemos o quanto somos imbecis diante do olhar da inocência e, então, descobrimos o quanto nossos problemas são vazios diante de um olhar que preenche a alma.
Criança não te medo de falar: – Eu te amo! Criança não tem medo de pedir: – Me ensina? Criança não tem medo de perguntar: – Por quê? Pessoas que não gostam de crianças não sabem nada da vida, não tem amor nem paciência para ensinar. E para que ensinar? Nós estamos satisfeitos com o que aprendemos?
Crianças brincam, sujam-se, interagem. E nós, tão inteligentes, as corrompemos. Corrompemos com regras, leis que nem nós sabemos porquê cumprimos. Sabemos que elas têm que aprender acordar cedo porque um dia terão que acordar cedo para ir ao trabalho. Achamos que elas têm que estudar muito porque um dia terão que ser alguém na vida. Nós somos “alguém” na vida e, no entanto, nos perdemos no olhar de uma criança e percebemos algo que não podemos explicar. Algo perto da perfeição… mas que já estamos muito distantes para entender.

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